28 de setembro de 2010

O casamento da Bárbara


Este foi o projeto desenvolvido para o casamento da Bárbara.
Ela queria um pouco de cor, requinte, delicadeza e elegância no conjunto formado por convite, embalagem para bem-casado e lembrancinha.
Depois só ajustei o convite e a embalagem do bem-casado de acordo com o tamanho necessário para caber o texto e o docinho, respectivamente.
A partir desta encomenda me inspirei e desenvolvi outros modelos de convite, que logo menos mostro pra vocês.


Beijos casamenteiros

23 de setembro de 2010

Vencedor de eleições


Seja nas eleições para lembrancinhas de nascimento, casamento, chá de bebê, batizado, 15 anos, dia dos namorados, pais, mães, professores, aniversários, Natal, brindes corporativos, festas do pijama, despedidas, encontros, ele ganha sempre no primeiro turno.



Estas foram lembrancinhas para a chegada de uma bebezinha muuuuuuito desejada, então a mamãe quis caprichar.
Escolheu o tsuru por conta de toda energia associada à ele e papéis perolizados da Diamond Papers.



Até hoje eu não sei qual cor gostei mais.




17 de setembro de 2010

Encomenda da Juju

Estas foram morar no "cantinho Vania" da casa da Juju.
Como uma boa leonina, desta vez encomendou cores quentes, que bem combinadas, fazem da sala dela um lugar gostoso e aconchegante.
Ainda bem que tenho um cantinho lá!

15 de setembro de 2010

O que é bonito?


O Que É Bonito?

Lenine

O que é bonito
É o que persegue o infinito
Mas eu não sou
Eu não sou, não...
Eu gosto é do inacabado
O imperfeito, o estragado que dançou
O que dançou...
Eu quero mais erosão
Menos granito
Namorar o zero e o não
Escrever tudo o que desprezo
E desprezar tudo o que acredito
Eu não quero a gravação, não
Eu quero o grito
Que a gente vai, a gente vai
E fica a obra
Mas eu persigo o que falta
Não o que sobra
Eu quero tudo
Que dá e passa
Quero tudo que se despe
Se despede e despedaça

O que é bonito...


Flor de envelope


8 de setembro de 2010

Bloom Bloom Bloom

Eu tenho umas coisas assim. De repente apaixono por uma peça e pra todo lugar que eu vá, levo papéizinhos para dobrar os seus módulos.
Por um lado é bom porque quanto mais aumenta a quantidade, mais aumenta minha intimidade com a dobra, e mais perfeitas vão ficando as peças.
Mas e depois, pra montar? Dá uma pregui... E caixas e mais caixas de pecinhas soltas vão se avolumando no meu quarteliê.
Estes três kusudamas Bloom da Mio Tsugawa estavavam na fila há séculos!
Mas agora chegou o momento onde preciso abrir alas, até para poder chegar da porta à cama ou à janela.
Chegou o momento onde se faz necessário limpar gavetas e armários, dar um final feliz às coisas que estão pelo caminho, deixar o ar circular, abrir espaços e começar tudo de novo.
Mas, de novo.

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