8 de setembro de 2010

Bloom Bloom Bloom

Eu tenho umas coisas assim. De repente apaixono por uma peça e pra todo lugar que eu vá, levo papéizinhos para dobrar os seus módulos.
Por um lado é bom porque quanto mais aumenta a quantidade, mais aumenta minha intimidade com a dobra, e mais perfeitas vão ficando as peças.
Mas e depois, pra montar? Dá uma pregui... E caixas e mais caixas de pecinhas soltas vão se avolumando no meu quarteliê.
Estes três kusudamas Bloom da Mio Tsugawa estavavam na fila há séculos!
Mas agora chegou o momento onde preciso abrir alas, até para poder chegar da porta à cama ou à janela.
Chegou o momento onde se faz necessário limpar gavetas e armários, dar um final feliz às coisas que estão pelo caminho, deixar o ar circular, abrir espaços e começar tudo de novo.
Mas, de novo.

5 comentários:

Daniel Thomás disse...

êêêeee de novo sim...
queremos continuar admirando a beleza e perfeição do seu trabalho...
beijos
do Brasil na Venezuela

Leonardo Miyahira disse...

AAUHEEHAhUHEUh!!

Vânia, eu sou igualzinho!! Também tenho uma caixa pra guardar módulos prontos. Só tomo vergonha na cara quando ela já nem fecha mais... aliás é isso que tenho feito ultimamente: desinflando a coitada! E linda, linda a montagem da foto!! Posso fazer igual algum dia??

Beijos!!

Isabella Kida disse...

Vânia, eu faço exatamente a mesma coisa, quando pego um que gosto, faço um seguido do outro uahhuahua!
beijos

Noêmia Borges disse...

Vania que colirio seus kusudamas, agradeço seu convite ao Orisampa, logo que possivel irei sim, participar assiduamente , pois me sinto em casa com voces..bjossss

Jac Mon disse...

Vânia, seus trabalhos são sempre muito delicados e elegantes...lindos!
Beijos redobrados

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