26 de junho de 2009

Japan Festival



No ano passado, participei do primeiro vendendo meus origamis, a convite de uma amiga "japinha", e junto...... outra amiga japinha.

Há uma crença rolando por aí, de que japonês é tudo igual, e a cada ano que passo tendo maior contato com a cultura, a arte, as histórias e tradições, os papéis, as amigas e amigos desse povo, percebo que japonês é tudo diferente.


Nessa feira há umas senhorinhas dançando, que só essa imagem já vale a pena! A dança então, outra delicada arte, parente do origami com toda certeza.


Foto tirada na Feira de 2008



Quem tiver interesse pela cultura, quem estiver de bobeira em Sampa, quem for da turma, quem gostar de fotografar, quem gostar de comida japonesa, origami, mangá, taikô, e umas outras coisas que ainda não sei o que ou quem sejam (mas que descubro nesta feira; tipo udon, bon odori e uosakoi soran , hehe), apareça!

Cada vez mais eu me encanto pela cultura desse povo.



Foto tirada na Feira de 2008

22 de junho de 2009

São João

Pro Pio

Ela estava tão bonita vestida de chita
Na noite de São João
Parecia um ramalhete
Vendendo bilhete no caramanchão
("Dona da salão" - Elpídio dos Santos)

12 de junho de 2009

Nas asas do vento


Tem que chegar manso
Mas não pode pedir licença
Tem que ter leveza
E usar nariz de palhaço
E vai me dar uma flor
E tocar uma canção
E me levar pra ouvir o vento
Numa volta de bike
Numa volta de barco
Numa volta de jegue
Numa volta de Land
Numa volta da rede

11 de junho de 2009

Sintonizando o dial



Não falo do amor romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo, e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre o desconhecido, a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos, e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa, como um crepúsculo inundado de beleza e despedida, o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor, se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

(Do amor - Paulinho Moska)

10 de junho de 2009

Concluindo

Concluindo esta série desenvolvida em função do Senac, concluo também que tenho que retornar a responder as mensagens que vocês tão carinhosamente me escrevem, por aqui mesmo.
Falk recebe as respostas por e-mail, Cesar não, Letícia recebe, Maria Maricota não. Coisas de internet!
Obrigadinha pela ajuda queridos.

Kusudama de beijos

8 de junho de 2009

Uma dúvida

Gentem, há uma pergunta que não quer se calar.
Tenho respondido aos comentários que vocês deixam aqui, via e-mail.
É que a cada comentário, recebo um aviso na minha caixa postal e por lá mesmo dou retorno.
Tem dado certo isso, ou ando passando por displicente?

um kusudama de beijos

Ainda rende...



Cada brasileiro produz quase 360 quilos de lixo por ano. Enquanto cada brasileiro produz em média 920 gramas de lixo sólido por dia, a quantidade de lixo reciclável que é recuperada, seja na coleta seletiva seja por catadores, chega apenas a 2,8 kg por ano, por habitante.
Leia mais em:

5 de junho de 2009

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